Ilustraçõe sobre Filhos

Filhos

Toda criança é "canhoto"

Todos que criam filhos têm tempos de intensa frustração com esta tarefa. Há dias quando parece como que se a criança nunca aprenderá, nunca responda corretamente, nunca entende direito as coisas. Talvez ajudaria então seu limiar de paciência se tentasse escrever com sua mão esquerda (a não ser que você já é canhoto). Lembre-se que uma criança é tudo “canhoto” enquanto ele ou ela estão aprendendo. - Green, M. P. (1989). Illustrations for Biblical Preaching, Grand Rapids: Baker Book House.


Vivendo e Aprendendo

Um autor desconhecido escreveu estes pensamentos poderosos, expressando a influência para o bem ou mal que nossas vidas têm em outros. Enquanto eles se referem em particular a pais, eles também aplicam em geral a cristãos. Depois de ler cada declaração, pergunte-se a si mesmo, as pessoas estão aprendendo isto de mim??

Se uma criança vive com crítica, ela aprende a condenar.

Se uma criança vive com hostilidade, ela aprende a brigar.

Se uma criança vive com medo, ela aprende a ser apreensivo.

Se uma criança vive tendo dó dela, ela aprende a ter pena de si mesma.

Se uma criança vive com ciúme, ela aprende a sentir culpada.

Se uma criança vive com encorajamento, ela aprende a ser autoconfiante.

Se uma criança vive com tolerância, ela aprende a ser paciente.

Se uma criança vive com elogios, ela aprende a valorizar os outros.

Se uma criança vive com aceitação, ela aprende a amar.

Se uma criança vive com aprovação, ela aprende a gostar de si mesma.

Se uma criança vive com reconhecimento, ela aprende a ter metas.

Se uma criança vive com justiça, ela aprende o que é justo.

Se uma criança vive com honestidade, ela aprende o que é a verdade.

Se uma criança vive com sinceridade, ela aprende a ter fé nela mesma e no seu próximo.

Se uma criança vive com amor, ela aprende que o mundo é um lugar maravilhoso para viver.

- Green, M. P. (1989). Illustrations for Biblical Preaching, Grand Rapids: Baker Book House.


Conselhos Para Criar Filhos
Se eu tivesse meu filho para criar de novo,
Eu pintaria mais com meus dedos e apontaria muito menos com eles.
Eu passaria menos tempo corrigindo e mais tempo conversando.
Eu tiraria meus olhos do meu relógio e prestaria mais atenção em quão rápido o tempo está se passando.

Eu me importaria em saber menos, e saberia me importar mais.
Eu passaria mais tempo brincando com eles.
Eu ficaria menos sério e me divertiria mais.

Eu correria mais com eles e olharia mais as estrelas.
Eu seria menos firme, mas, firmaria mais meu amor por eles.
Eu reformaria a auto estima, e deixaria a reforma da casa para depois.
Eu amaria menos a força, e viveria mais a força do amor.

-- autor desconhecido


A Criação Dos Filhos
Se você estragar a criação dos seus filhos, eu penso que não importa mais qualquer outra coisa que você possa fazer bem.

Jacqueline Kennedy Onassis (1929 - 1994), Primeira Dama dos Estados Unidos citada em "Bits & Pieces"


Pais Permissivos Demais
Pais que são permissivos demais com seus filhos pagarão um alto preço. Estes pais até podem ser grandes homens de Deus, mas, por faltar na disciplina dos seus próprios filhos eles são um mau exemplo para os outros.

Eli, um profeta de Deus foi amaldiçoado por Deus (ele e toda sua família) "pela iniqüidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram execráveis, e ele os não repreendeu." (1 Sam 3:13). Note que a maldição foi porque Eli sabia o que seus filhos faziam e não os disciplinou.

Samuel, outro profeta de Deus, teve dois filhos que, como juízes de Israel, aceitaram suborno e perverteram a justiça (1 Sam 8:1-5).

Adonias, filho de Davi, se rebelou contra ele porque "Jamais seu pai o contrariou, dizendo: Por que procedes assim?" (1 Reis 1:6).

Quando Absalão, outro filho de Davi matou seu irmão, Davi não o puniu (2 Sam 13:23-39). Quando Absalão se rebelou contra o próprio pai Davi, e tentou tomar o trono, Davi ordenou que ele fosse tratado com brandura (2 Sam 18:5).

Em pelo menos dois destes casos, a Palavra de Deus deixa claro que o problema começou com a falta de disciplina por parte do pai em controlar seus filhos. O que é notável também é o relacionamento que estes três pais tinham um para com o outro. Samuel serviu no templo sob a orientação de Eli o sacerdote desde pequeno. Davi foi ungido por Samuel e certamente foi influenciado por ele durante um período significante da sua vida.

É talvez mais do que coincidência que cada um destes três pais teve filhos que se rebelaram contra sua autoridade e contra a vontade de Deus. Como teria sido o final destas histórias se os pais não tivessem sido omissos na disciplina de seus filhos?

- Dennis Downing - www.hermeneutica.com


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Ilustraçõe sobre Fé

Fé

A Rocha

Um homem estava dormindo a noite no interior quando, de repente, sua casa encheu de luz e o Senhor apareceu. O Senhor disse ao homem que ele tinha um trabalho para ele e mostrou uma rocha enorme na frente da sua casa. O Senhor explicou que o homem deveria empurrar a rocha com toda sua força.

Isso o homem começou a fazer, dia após dia. Por meses o homem se esforçou do amanhecer até o por do sol, seus ombros empurrando a superfície da rocha enorme e fria, mas a rocha não mudava.

Cada noite o homem retornava a sua casa, cansado, músculos doendo e sentindo derrotado porque não havia conseguido mudar a grande rocha.

Vendo que o homem estava mostrando sinais de desistir, O Maligno começou a colocar pensamentos negativos na cabeça dele. De repente o homem se achou pensando "Você está tentando ha muitos meses mudar essa rocha e nunca conseguiu nada. Para que você está se desgastando? Isso aí não dará resultado nenhum."

Mais tarde o homem começou a duvidar assim "Será que Deus queria que eu continuasse esse tempo todo? Ele só disse para eu empurrar a rocha, ele não disse por quanto tempo. Já faz alguns anos que estou empurrando, talvez eu posso desistir agora. Pelo menos, eu não preciso empurrar o dia todo e com tanta força. Eu posso me dedicar uma parte do dia a este trabalho e passar o resto fazendo outras coisas."

Ele decidiu fazer isso mesmo, mas depois ele chegou a pensar que seria bom orar ao Senhor sobre o caso.

"Senhor," ele falou, "eu trabalhei duro e por muito tempo no serviço que o Senhor me deu. Eu dei toda minha força para conseguir o que o Senhor quis. Mas, depois desse tempo todo ainda não consegui mudar aquela rocha nenhum centímetro. O que está errado? Por que eu estou sendo derrotado?"

O Senhor respondeu com compaixão. "Meu amigo, quando eu lhe pedi para me servir e você aceitou, eu lhe disse que sua tarefa era de empurrar aquela rocha com toda sua força, o que você fez até agora. Em nenhum momento eu disse que eu esperava que você mudasse a rocha. Sua tarefa era de empurrar. E agora você chega para mim pensando que você fracassou. Mas, será que foi assim, mesmo?"

"Olhe para você mesmo," disse o Senhor. "Seus braços estão fortes e musculosos. A musculatura das suas costas agora é bem desenvolvida e vigorosa. Suas pernas estão duras e robustas, suas mãos firmes. Enfrentando a resistência você cresceu muito e agora suas habilidades ultrapassaram em muito o que você era antes.

Mas, você ainda não mudou a rocha. Porém, sua tarefa não era de mudar a rocha e sim de ser obediente e empurrar com toda sua força. Isso você fez, e fez bem. Ao contrário de ser um fracasso você foi bem sucedido e venceu. Eu apenas queria que você exercitasse sua fé e confiasse na minha sabedoria. Isso você fez. "Eu, meu filho, agora vou mudar a rocha."

Às vezes quando ouvimos uma palavra de Deus queremos usar nosso próprio raciocínio para decidir o que Ele quer, quando, o que Deus realmente quer é apenas uma simples obediência e fé nEle. Com certeza, devemos ter a fé que pode mover montanhas, mas lembrar ainda que quem de fato move as montanhas é Deus.

- do devocional "Tidbits"


O mistério do Evangelho

O apóstolo Paulo, ao escrever para Timóteo sobre as características daqueles que seriam candidatos ao diaconato, afirmou que, entre outras coisas eles deviam viver vidas "conservando o mistério da fé com a consciência limpa." (1 Tim 3:9)

O "mistério da fé" neste texto não se refere a simplesmente qualquer coisa sendo oculta. Este "mistério" é o Evangelho, antes escondido, mas, agora revelado em Cristo Jesus. Este mistério é o conteúdo da mensagem que Paulo pregou (1 Cor 2:1, 6-16). Os candidatos ao diaconato devem conhecer bem este Evangelho, viver de acordo com ele e, como todo Cristão, ter condições de compartilhar com outros (1 Pe 3:15).

A palavra grega "mysterion" (mistério) "é uma palavra significante na teologia de Paulo, ocorrendo vinte e uma vezes ao longo dos seus escritos. Ela se refere ao conhecimento que vai além da compreensão de pecadores, mas, que agora tem sido graciosamente revelado por meio do evangelho. A ênfase do conceito está no fato que esta informação agora pode ser conhecida, que explica sua associação em comum com palavras como apokalypsis, 'revelação' (Rom 16:25; Efé 3:3), apokalyptein, 'revelar' (1 Cor 2:10; Efé 3:5), gnorizo 'dar a conhecer' (Rom 16:26; Efé 1:9; 3:3, 5; Col 1:27), e phaneroo, 'manifestar' (Rom 16:26; Col 1:26) … Com a exceção de uma ocorrência do termo, o mysterion é o evangelho (1 Cor 14:2 se refere aos mistérios expressos por aquele falando em línguas). A equação de mistério com o evangelho é algo implícito (1 Cor 2:1; 2:7; 4:1) e às vezes explicito (Rom 16:25-26; Efé 6:19; Col 1:25-27). Às vezes mysterion se refere a um aspecto específico do plano de redenção de Deus como o endurecimento dos judeus (Rom 11:25), a inclusão dos gentios na igreja junto com os judeus (Efé 3:3, 4, 9; Col 1:26-27), a mudança a ser experimentada pelos crentes na parousia (1 Cor 15:51), a união de todas as coisas em Cristo (Efé 1:9), e o mistério da iniqüidade que será revelada na parousia (2 Tess 2:7-8). Este mistério que Paulo proclama é a revelação do plano de Deus, e no entanto, sem amor, este conhecimento de nada valerá (1 Cor 13:2)."
(Mounce, W. D. Vol. 46: Word Biblical Commentary : Pastoral Epistles. (Comentário Bíblico da Editora Word: Epístolas Pastorais) Dallas: Word, Incorporated (2002). p. 200)

FÉ E AÇÃO

Num colégio uma aluna se destacava nas aulas por saber perfeitamente as lições. Um dia, uma colega, que não primava pela aplicação, disse-lhe:

– Como é que você sempre sabe tão bem as lições?

Ela respondeu:

– Eu sempre oro para que as saiba bem.

– É mesmo? Pois eu também vou orar!, respondeu a primeira.

Mas, ai! No dia seguinte ela não sabia nada das lições! Muito confusa, correu para a colega e a censurou por tê-la enganado.

– Eu orei, disse ela, mas nada soube da lição!

– Talvez, respondeu a outra, você não se esforçasse no estudá-la!

– Estudar! Estudar!, volveu a primeira. Não estudei coisa alguma. Pensei que não precisasse estudar, pois orei para que a soubesse de cor!

Na vida cristã, igualmente, precisamos juntar à nossa fé as obras. Deus está mais que disposto a nos ajudar, mas temos que cooperar com Ele, fazendo nossa parte. Se assim não fizermos, nossa suposta fé não passará de presunção

A FÉ ILUSTRADA

Um pregador alemão, do Paraná, visitando Campinas, contou a seguinte ilustração:

Um garoto, em noite de Verão, assistia a um culto muito longo. Estava com muita sede. A mãe não o deixava retirar-se para procurar água. No púlpito havia um copo de água para o uso do pregador. O pregador falava sobre o texto: "Se alguém tem sede, venha a mim, e beba." Repetiu o texto diversas vezes.

O pirralho, ludibriando a vigilância da mãe, levantou-se e, célere como um busca-pé, foi ao púlpito, tomou o copo e sorveu a água.

Como era natural, houve hilaridade. O pregador, porém, longe de se desconcertar, aproveitou o ensejo para dizer aos ouvintes:

"Este menino fez em relação à água material o que todos deviam fazer em referência à água espiritual. Ele tomou a palavra literalmente. Creu que estivesse oferecendo a água mesmo. Vocês deviam fazer isso, aceitando a água da vida que Jesus lhes oferece – a Salvação."

– Luís de Assis.

NÃO SENTIMENTOS, MAS FÉ

Isa. 55:7

Quão bom é Deus! Ele prometeu que se formos a Ele, arrependidos de nossos maus caminhos, nos perdoará francamente. Nos restaurará à condição de membros da família celeste. Nos introduzirá no círculo íntimo dos filhos e filhas.

Algumas pessoas têm dificuldade de crer nisso. Se bem que conheçam as promessas da Palavra de Deus, custa-lhes crer que tenham sido aceitas por Deus, e perdoadas. "Não sinto qualquer diferença, do que era antes", dizem elas.

Dwight L. Moody encontrou uma vez um homem assim em Manchester, na Inglaterra. Depois de uma reunião evangelística, uma noite, Moody procurava explicar a salvação a um pequeno grupo na galeria. Dirigindo suas observações diretamente a esse homem, o grande evangelista perguntou: "Amigo, você é um cristão?"

– Não, mas gostaria de ser.

Moody apresentou uma ou duas ilustrações mais, esforçando-se para tornar claro o caminho da salvação, e depois, perguntou:

– Você entende agora?

– Não. Não me é claro. Não serve ao meu caso.

Como Moody apresentasse várias ilustrações mais, o homem interrompeu:

– O caso é que não posso sentir que estou salvo.

– Foram os sentimentos de Noé que o salvaram, ou a arca?", perguntou Moody.

Qual uma seta esta verdade penetrou no coração do homem.

– Está tudo claro, disse ele.

Vários dias mais tarde, aconteceu que Moody encontrou outra vez o homem, e o novo converso comentou o incidente de algumas noites antes. "Tenho estado a procurar salvar-me por meus sentimentos, tentando fazer de meus sentimentos uma arca, mas no momento em que o Senhor falou na arca, tudo ficou claro."

FÉ

Quando interrogaram o Presidente chinês da Universidade de Fukien, sobre se ainda precisava de professores estrangeiros, ele respondeu:

– "Não podemos dispensar o concurso do estrangeiro. O missionário tem qualidades sem as quais não poderíamos prosseguir neste trabalho. Nossos intelectuais chineses podem sonhar com grandes realizações, mas não têm qualidades para pô-las em prática. O missionário sempre realiza o seu ideal. Tem fé na sua missão. É perseverante mesmo quando criticado. Não, nunca poderíamos passar sem o auxílio dos missionários."

GELO NOS TRÓPICOS

Uma pobre mulher pagã tornou-se cristã, e era notável pela simplicidade de sua fé. Ao aceitar a Cristo ela O pegou literalmente pela palavra. Alguns meses depois de sua conversão, seu filhinho adoeceu. Seu restabelecimento era duvidoso. Precisava-se de gelo para o pequenino, mas naquele país tropical, longe das grandes cidades não era possível consegui-lo. "Vou pedir a Deus que mande gelo", disse a mãe ao missionário. "Oh! mas a senhora não pode esperar que Ele faça tal coisa", foi a resposta imediata.

"Por que não?", replicou aquela crente de coração simples. "Ele tem todo o poder e também nos ama. Assim o senhor nos ensinou. Vou pedir-Lhe, e creio que Ele vai me ouvir." Pediu a Deus e Ele lhe respondeu. Logo veio uma forte trovoada, acompanhada de uma chuva de pedras. A senhora pôde assim encher uma vasilha grande com pedrinhas de gelo. A aplicação fria era justamente o que a criança precisava, e recobrou a saúde." – Sunday School Times.

O RELÓGIO QUE NÃO TRABALHAVA

Um menino acabava de aprender a ver as horas no relógio. Certamente por isso, num sábado à noite, o pai o presenteou com um relógio de brinquedo. O menino não reparou que o relógio era de brinquedo e não trabalhava. Quando foi para a cama, naquela noite, deu-lhe corda e acertou-o com o relógio grande de parede, e então o colocou debaixo do seu travesseiro.

Quando acordou, de manhãzinha, meteu a mãozinha debaixo do travesseiro e pegou seu precioso relógio. Olhando o mostrador, na meia-escuridão, viu que o relógio marcava 8 horas! Saltou da cama e correu para o quarto dos pais, acordando-os.

– Oito horas! – exclamou ele. – E ninguém está de pé! Mas o pai e a mãe não ficaram lá muito satisfeitos de serem acordados, pois eram apenas 5 horas da manhã.

Mandaram-no de volta para a cama aquele pequeno entristecido que via que o seu relógio, afinal, não era o que parecia ser.

Por alguns momentos ficou acordado na cama, pensando no acontecido, e então se levantou, foi buscar uma chave de parafuso, e desmontou o relógio. Viu que embora o mostrador fosse bonito, faltavam ao relógio a mola e demais engrenagens, de maneira que em realidade não trabalhava.

Nesse dia a família foi ao culto, como era costume. O pastor falou na passagem que diz que "a fé sem as obras é morta".

– Você compreendeu o que o pastor disse, meu filho? – disse o pai, na hora do almoço.

– Sim, papai – volveu o menino. – Ele falou sobre o meu relógio.

– Seu relógio? – indagou o pai.

– Como não? "A fé sem as obras é morta!" O relógio tinha mostrador, mas não tinha obras, não trabalhava, e por isso era um relógio morto!

Os pais riram-se à vontade, mas o caso dá margem a reflexões. Muita gente parece ter bom mostrador, como se dava com aquele relógio, mas lhes falta a mola da fé. – J. Stuart Robertson.

FÉ E SENTIMENTOS

Atos 16:31

Faz alguns anos o grande pregador Moody estava pregando em Manchester, Inglaterra, quando num sábado à tarde, achando-se sozinho, sem obreiros auxiliares, e havendo muitos que buscavam a Verdade, levou-os a uma galeria e lhes falou por dez minutos.

Depois disto foi abordado por um comerciante.

– Meu amigo, é um cristão?

– Não, mas desejaria ser – respondeu ele.

Procurou, então, mostrar-lhe o único caminho da salvação e logo depois de lhe explicar certos pontos por meio de algumas ilustrações, perguntou se havia compreendido, ao que respondeu negativamente, dizendo que o seu caso não poderia ser auxiliado.

Citou várias outras passagens, mas repetiu que elas não auxiliariam a sua situação. Aquele homem era igual a muitos outros que pensam estar envolvidos numa questão toda peculiar. Apresentou-lhe ainda mais algumas ilustrações e ele replicou:

– O fato é que não posso sentir que estou salvo.

O pastor lhe perguntou se foram os sentimentos de Noé que o salvaram ou se foi a arca; e o homem, sem mais delongas, o cumprimentou, retirou-se afirmando que estava tudo certo.

Creio em trabalho rápido, mas esse caso foi demasiadamente breve. Desejando saber, portanto, se aquele comerciante compreendera de fato o que lhe havia dito, procurou encontrá-lo para conversar sobre o assunto, mas não o viu mais, até que, numa tarde, já um tanto escura, descendo pela escadaria posterior do Free Trade Haoo of Manchester, alguém me tocou no ombro do pastor e fez a pergunta:

– Lembra-se de mim?

– Da voz, sim, mas da pessoa não.

– Eu sou o homem da arca: aquela ilustração solucionou o meu caso com rapidez; estava querendo salvar-me por meus próprios sentimentos, porém, na ocasião em que citou a experiência de Noé, pude sentir claramente que se me abriram os olhos, Sr. Moody, tornou ele, sempre use a ilustração da arca. – Moody.

A FÉ E AS OBRAS

O Sr. Walter Scott, tendo de atravessar um dos lagos da Escócia, tomou um dos botes para esse serviço. No momento em que principiava a remar em busca da margem oposta, notou que um dos remos tinha gravada a palavra "Fé" e o outro "Obras".

Perguntou curiosamente o que significava aquilo, ao que o barqueiro não respondeu mas tomou o remo que tinha a palavra "Obras" e remou com força. O resultado foi que o bote só dava voltas e mais nada. Deixando este remo tomou o que tinha a palavra "Fé" e remando fortemente com este obteve o mesmo resultado. O homem que procede assim em sua vida terá pouco poder nela e viverá sempre em confusão.

Finalmente, tomando ambos os remos, "Fé" e "Obras", começou a remar e imediatamente o barco, empurrado por aquelas forças, atravessou o lago chegando com uma marcha rápida ao porto de destino.

A fé precisa ir acompanhada sempre das obras porque as obras são o fruto da fé. – J.R.C.

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A PROVA DA FÉ

A prova da fé é como a prova do ouro no crisol posto no fogo, porém há uma diferença muito importante entre ambas as provas. O ouro, ainda que seja um dos metais mais puros, não aumenta quando é posto no fogo; mas a fé, quando recebe a prova nas aflições e contratempos, "cresce excessivamente". – Bowes.

A PALAVRA DO IMPERADOR

Certa vez o cavalo do Imperador Napoleão retrocedeu, empinou e ameaçou avançar. Estando para ir em disparada, um soldado, percebendo o perigo, avançou e, segurando as rédeas bem curtas, conseguiu dominar o animal. O Imperador demonstrou seu sincero apreço por meio de uma continência a que ajuntou as palavras: "Obrigado, Capitão".

Com rápida resposta, o soldado correspondeu à continência, e perguntou com simplicidade: "De que Batalhão?" Altamente lisonjeado com a ampla fé e sinceridade do soldado, o Imperador tornou a prestar-lhe continência, dizendo: "Da minha guarda pessoal".

O então Capitão deu de rédeas ao cavalo e, voltando para a formação da Guarda Imperial, disse, com uma continência: "Vosso Capitão!" Retribuindo à continência, o oficial comandante perguntou: "Por ordem de quem?" Apontando para o Imperador, respondeu o Capitão: "A dele", e o caso ficou encerrado. Toda a transação girou em torno da fé na palavra de um homem. Que mudanças se operaram, porém! – Seleto.

PROVIDAS VESTES BRANCAS

Apoc. 3:18

O grande ganhador de almas, Moody, um dia ofereceu seu relógio de ouro aos meninos de sua classe bíblica. Um a um os meninos, desconfiados, recusaram o presente. Afinal um garotinho de seis anos estendeu a mão, pegou o relógio e disse:

– Muito obrigado!

– Sem um momento de hesitação, Moody respondeu:

Não há de que, e espero que ele seja tão fiel em marcar as horas para você como foi para mim!

Os outros meninos ficaram espantados.

– O senhor vai mesmo deixar que ele fique com o relógio? – perguntaram.

– Como não! – respondeu Moody. – Eu lhe dei, porque creu na minha oferta. É dele. Ele teve fé em mim.

– Meditações Matinais.

FÉ APENAS

Numa viagem de trem, um pregador empenhou-se numa conversação com outro passageiro, sobre o assunto da "Fé".

– Discordo do senhor – disse o homem – nisso que qualquer pessoa é admitida no Céu por ser possuidora de uma cédula chamada "Fé". Eu creio que, quando Deus recebe alguém no Céu, Ele faz um exame do caráter da pessoa, e não uma inspeção de sua fé.

Nesse preciso momento chegou o conferente e examinou os bilhetes. Depois que ele passou, disse o pregador:

– O senhor percebeu como os conferentes examinam as passagens e não se dão ao trabalho de inspecionar o passageiro? Uma passagem de estrada de ferro é genuína, certifica que a pessoa que a apresenta cumpriu as condições da companhia e tem direito ao transporte. Assim a fé, amigo, apenas habilita a pessoa para aquela graça salvadora que produz o caráter que agrada a Deus. "Sem fé é impossível agradar a Deus." – Seleto.

O ÚLTIMO CONVERSO DE JOÃO HARPER

Três ou quatro anos depois do naufrágio do Titanic, um jovem escocês levantou-se numa reunião em Hamilton, Canadá, e declarou:

"Eu me achava a bordo do Titanic quando naufragou. Achava-me a boiar sozinho sobre uma tábua, na água gelada, naquela pavorosa noite, quando uma onda trouxe João Harper, de Glasgow, para perto de mim. Ele também se achava agarrado a um pedaço de tábua. 'Homem, você está salvo?' gritou ele. 'Não, não estou!', foi minha resposta. Ele respondeu: 'Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo.'

"As ondas o levaram outra vez para longe de mim; mas, coisa estranha, pouco depois foi novamente jogado ao meu lado. 'Você está salvo agora?' 'Não', respondi, 'não posso responder sinceramente que o estou.' Mais uma vez ele repetiu o versículo: 'Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo.' Então, perdendo a tábua a que se apoiava, imergiu. E ali, sozinho, durante a noite, tendo sob mim mais de 3.000 Kms de água, eu cri. Sou o último converso de João Harper." – A.R. Richardson.

CRER

Numa noite um pastor, no fim de um culto, perguntou a um cavalheiro por que não era crente. Ele respondeu: "O motivo é porque sou um cético. Não digo isto por orgulho ou vanglória, como alguns fazem; mas esta é a verdade que me preocupa noite e dia."

"Você não crê em Deus?", perguntou o pastor. "Ah, isso sim; jamais deixei de crer que há Deus." "Bem, se há Deus, você deve obedecê-Lo. Você quer agora mesmo tomar a sua exata posição de obedecer a vontade de Deus e ir até aonde Ele o levar, mesmo que seja até sobre as cataratas do Niágara?"

– Tentarei fazê-lo tanto quanto possa.

– Não é isso que lhe perguntei. Quero saber se você está mesmo disposto a fazer a vontade de Deus qualquer que ela seja.

– Nunca tomei tal resolução.

– Você quer tomá-la agora?

– Quero.

– Você crê que Deus responde à oração?

– Não sei; receio que não.

– Mas você não sabe que Ele não responde?

– Isso não.

– Eis aqui uma vereda que pode levar você até a verdade. Você quer entrar nela? Quer rogar a Deus que lhe mostre se Jesus é ou não o Seu Filho, e qual o seu dever a respeito dEle?

– Vou fazê-lo.

Os dois se separaram depois de ele tomar esse compromisso. Não muito tempo depois disto ele veio a um culto, mas já com uma expressão muito diferente estampada no rosto. Tinha feita exatamente o que prometera. "Eu estava numa condição que não cria em coisa alguma; mas agora todas as dúvidas que me prendiam se foram, não sei para onde; mas sei que elas se foram." – R.A. Torrey.

O QUE CUSTA

O Pr. John McDowell conta o caso de um trem expresso que partiu, anos atrás, de Chicago para a costa do Pacífico. No comboio viajavam o presidente da estrada e outros funcionários. Enquanto iam através das trevas da noite, sobreveio um acidente e o trem ficou em ruínas. O presidente conseguiu sair de sob os escombros incólumes e correu para a parte dianteira, onde vários carros estavam em chamas. O maquinista jazia sob o grande monstro de ferro que estivera guiando.

Vendo moverem-se os lábios do moribundo, ele se inclinou sobre o corpo ferido e ouviu-o dizer: "Eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia".

"Jim", disse o alto funcionário, "eu estaria disposto a dar a vida e tudo quanto possuo por uma fé como essa!"

"Sr. Presidente", arquejou o pobre homem, "é exatamente isto que ela custa!"

Como o negociante que procura a pérola de grande preço, devemos dar tudo para ganhar. Jesus deu tudo por nós. Podemos fazer menos por Ele?

A FÉ DA LIBERDADE

Foi levado um cativo perante um príncipe asiático. O verdugo já estava pronto para deixar cair o instrumento que deveria matá-lo, quando ele pediu água para beber. Foi-lhe dado então um copo d'água. Mas ele ficou com o copo na mão como se tivesse medo que o instrumento caísse antes de tomar a água.

"Coragem", disse o príncipe, "não será executado até que beba".

Imediatamente, o escravo atirou o copo d'água no solo. O cumprimento da palavra do Príncipe salvou-o e lhe deu a liberdade. A palavra havia sido dita e bastaria; e o escravo foi embora jubiloso.

Assim nos diz a palavra de Deus: "Crê e serás salvo." – Burrows.

EM PAZ COM DEUS

Rom. 5:1 – "Justificados pela fé"

Lutero buscou alívio para o coração opresso na renúncia e no afastamento do mundo, como monge; mas não o encontrou. Em 1500 encetou viagem a Roma, como delegado, esperando lá encontrar alívio do peso que o esmagava. Ao enxergar de longe a cidade, exclamou: "Santa Roma, eu te saúdo!" Ficou, porém, chocado e decepcionado com a impiedade que lá encontrou. Pôs-se afinal a subir de joelhos a escada de Pilatos, apinhada de gente supersticiosa. Arrastou-se de degrau em degrau, repetindo a cada degrau suas orações, até que uma voz de trovão pareceu bradar dentro de si: "O justo vive pela fé!"

Imediatamente, ele se ergueu, viu a loucura de sua esperança de alívio mediante obras de merecimento. Diante desta nova luz, seguiu-se uma nova vida. Sete anos depois ele pregou suas teses na porta da igreja de Wittenberg e iniciou a Reforma. – 6.000 Illustrations.

OBEDIÊNCIA

Encontram-se em Roma as gigantescas ruínas do Coliseu, começado por Vespasiano no ano 69 A.D. e terminado por Tito no ano 80 A.D. Cinco mil animais foram mortos por ocasião de sua inauguração. Podemos ver ali câmaras com muros de pedra onde eram encerradas as feras e as portas por onde entravam os cristãos para divertirem centenas de milhares de espectadores que rodeavam o vasto anfiteatro.

Um dia chegou aos ouvidos do imperador que 40 dos gladiadores haviam se tornado cristãos. Mandou dizer-lhes que deviam renunciar a sua fé ou seriam levados por um guarda romano para o lugar mais frio e deserto das montanhas do norte da Itália, para ali, abandonados entre as neves eternas, morrerem de fome e de frio. Foi-lhes dada a mensagem. Todos ficaram firmes, como um só homem. As ordens foram executadas. Eles foram levados para o mais inculto e frio lugar encontrado.

Aquela noite o oficial romano deitou-se em sua tenda, porém, os seus sonhos eram perturbados por uma toada que lhe trazia o vento de noite: "Quarenta gladiadores que lutam por Cristo reclamam dEle a vitória e a coroa." Expostos assim à morte, era esse o seu hino de vitória. O coração do guarda romano inflamou-se pela chama que ardia naquelas almas. Por fim, um dos quarenta arrastou-se meio-morto à tenda e pediu permissão para retratar-se.

"És tu o único que pede isto?" "O único, senhor", replicou o cristão traidor. Saltando de sua posição o guarda arrancou dos ombros o seu próprio casaco militar e colocou-o sobre o outro. "Então tomarei o teu lugar", disse, e saiu para a escuridão. Logo se ouviu de novo o canto lá sobre os cumes glaciais: "Quarenta gladiadores que lutam por Cristo reclamam dEle a vitória e a coroa."

FELICIDADE PELA OBEDIÊNCIA

Prov. 29:18

Todo mundo deseja ser feliz. Como podemos, porém, atingir esse legítimo objetivo? Nosso texto responde: Guardando a lei.

Algumas pessoas pensam que a lei se atravessa no caminho da felicidade. Por exemplo, a lei exige que os motoristas mantenham a velocidade dentro dos limites prescritos dentro de determinadas condições. Nas cidades o limite é de mais ou menos de 40 Kms por hora; numa estrada, 80-100 Km/h. Destinam-se estas restrições ao nosso benefício e felicidade, ou são elas medidas para nos infelicitarem?

Um rapaz de 16 anos achava-se perante um júri no tribunal juvenil de Maryland, com duas acusações de excessiva velocidade. Confessou e foi multado. Então o bondoso juiz debruçou-se sobre a escrivaninha, e comentou: "Não sei que vai ser preciso para você acabar com esse hábito. Ou você se vai matar a si mesmo, ou a alguém."

Na noite seguinte esse jovem, com mais quatro companheiros, ia descendo velozmente a estrada numa chuva que tirava a visão. Ninguém sabe exatamente o que aconteceu, mas o carro foi esmagado numa ponte com tão terrível força que o motor foi empurrado para trás, para o assento fronteiro. O moço de 16 anos foi morto, da mesma maneira que dois outros que estavam no carro, um de 18 e outro de 19 anos. Os dois que não foram mortos, ambos de 19 anos, ficaram gravemente feridos.

Que rápido cumprimento tiveram as palavras do juiz; "Ou você se vai matar a si mesmo, ou a alguém!" Esse rapaz e seus dois companheiros poderiam estar vivos hoje, caso tivessem compreendido as palavras da Escritura e nelas crido: "O que guarda a lei, esse é feliz."

A SEGURANÇA DA OBEDIÊNCIA

Um guarda-freios estava no cruzamento de duas linhas ferroviárias e tinha na mão a bandeira para dar passagem livre a um trem que havia dado o sinal. A locomotiva aproximava-se quando notou que o seu filhinho brincava entre os trilhos por onde havia de passar o trem.

"Deite-se", gritou-lhe, e permaneceu em seu posto. O trem passou e o pai correu, esperando levantar o filho morto, e qual não foi o seu espanto ao notar que a criança tinha obedecido a sua ordem sem vacilar, pois deitara-se e o trem passara por cima sem tocar-lhe. No dia seguinte o rei soube do sucedido e enviou ao homem uma medalha de valor cívico. – Expositor Bíblico.


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Ilustrações sobre Exemplo

Exemplo

O exemplo das novelas

O resumo da novela "Quatro por Quatro" para a semana de 25 de junho de 1995 tinha as seguintes cenas durante apenas os dias de segunda a quinta feira:

- Babalu deixa Raí pelado no corredor do hotel. (No começo da novela eles moravam juntos, brigaram e se separaram.)
- Raí recebe proposta para fazer filme pornô.
- Bruno transa com Tatí. (Isto é na segunda. Na sexta ela vai se casar com Raí.)
- Raí chama Babalu de vagabunda.
- Quando Du (personagem feminino) diz a Ralado que é virgem, ele diz que não quer nada com ela.
- Gustavo é vaiado no congresso de médicos porque outra médica apresenta sua tese. Ele bate em Bibi.
- Beth flagra Vinícius, (seu marido) com outra mulher.
- Danilo se recusa a transar com Du porque ela é virgem.
- Beth vai se divorciar de Vinícius.
- Du pede que Raí lhe tire a virgindade.
- Raí transa com Du. (Isto é na quinta. Sexta feira ele vai se casar com Tati.)

Uma novela assim, como dizia a propaganda da época, "só pode ser da Globo!" Cusat acreditar que o telespectador, assistindo tantas cenas de imoralidade e violência, noite após noite, não seja contaminado e influenciado. É bom lembrar que este foi um resumo de uma novela de dez anos atrás.

(Lev 18:2-3; Lev 20:23; Deut. 18:9; Prov. 22:24-25; Mat. 23:1-3; 3 João 1:11)

- Dennis Downing do site www.hermeneutica.com.br


Sua vida é Jesus para alguém

Sua vida é Jesus para alguém.

Sua VIDA é Jesus para alguém,
Por mais fraca e falha que possa ser.
Apesar de ser cheio de erros,
Você é tudo de Deus que alguém vai ver.

Sua LINGUA é Jesus para alguém.
Aquela palavra amarga de dor
Falará a um coração sensível
Talvez tudo que ela ouvirá do Senhor.

Seus ALVOS são Jesus para alguém.
O que você tiver em primeiro lugar
São para ele os alvos de um Cristão,
São esses que um dia ele vai procurar.

Sua FIDELIDADE - isto para alguém é Jesus.
Se Ele é fiel em tudo ou não
Depende do dia após dia, da perseverança
Que há em você e em seu coração.

Seu AMOR é Jesus para alguém,
Para aquela que está precisando saber
Se Jesus realmente irá atrás dela
Seja quão longe ela estiver.

Cuidado para que alguém não blasfeme Deus
Eles vão descobrir o que você é.
E o único Jesus que alguns vão ver
É o Jesus que conhecem através de você.

Traduzido e adaptado de "Your Life is Jesus to Someone" de Lola Conley's Devotional.


O Professor Que Realmente Ensinou

Em 1947 Dr. Subrahmanyan Chandrasekhar era professor de Física da Universidade de Chicago. Ele era indiano, naturalizado americano. Apesar de ser estrangeiro, por causa de sua experiência e seu conhecimento, ele foi contratado pela Universidade de Chicago, que é uma das que mais atua na área de ciências.

Naquele ano Dr. Chandrasekhar foi chamado para ensinar um seminário sobre astrofísica, sua especialidade. Na época ele morava em Wisconsin, outro estado, onde realizava pesquisas num observatório de astronomia.

Ele pretendia viajar duas vezes por semana para dar a aula, apesar de que o seminário seria durante um inverno rigoroso.

As matrículas para o seminário, porém, foram muito baixas. Apenas dois estudantes se inscreveram para o curso. A faculdade esperava que Dr. Chandrasekhar fosse cancelar o curso, ao em vez de perder seu tempo valioso. Mas, com apenas dois estudantes inscritos, ele deu a matéria. Ele enfrentou duas vezes por semana uma viajem de mais de 300 quilômetros na neve e frio por estradas do interior do estado para dar aula a dois alunos.

Os estudantes dele foram dois chineses naturalizados americanos, Chen Ning Yang e Tsung-Dao Lee. Eles eram apenas estudantes de faculdade, no começo de suas carreiras. Ninguém os conhecia. Ninguém nunca ouvira falar deles. Todos os três eram estrangeiros. Provavelmente nenhum deles falava inglês com muita facilidade.

Havia motivos de sobra para Dr. Chandrasekhar cancelar o curso, antes ou até depois de começar. Mas, 2 vezes por semana ele fez a longa viagem na neve para Chicago para ensinar seus dois alunos chineses.

Dez anos mais tarde, Dr. Chandrasekhar recebeu sua gratificação. Em 1957 Chen Ning Yang e Tsung-Dao Lee receberam em conjunto o prêmio mais cobiçado das ciências, o Prêmio Nobel de física.

Trinta e seis anos mais tarde o próprio Dr. Chandrasekhar recebeu o mesmo prêmio. O velho professor foi antecipado pelos seus próprios alunos. Mais, não devemos imaginar que ele ficou triste por isso.

Pelo contrário. Podemos imaginar que foi com muito orgulho e satisfação que o velho professor lembrou dois alunos, estrangeiros, desconhecidos, mal falando uma nova idioma. Eles eram apenas aprendizes de um professor famoso. Ele era um professor muito ocupado nas suas próprias pesquisas e realizações. Mas ele era um professor que separou seu tempo precioso para ensinar naquele inverno rigoroso de 1947 dois alunos que mostraram interesse. Dois alunos que depois mostraram seu verdadeiro potencial. (Lk 22:31-32)

Quando eu li a história de Dr. Chandrasekhar eu fiquei curioso sobre uma coisa. Por que será que aquele físico tão conhecido na época levou tanto tempo para ser reconhecido? Por que será que ele levou 28 anos amais que seus alunos ilustres para receber o mesmo prêmio? Será que foi porque ele era menos inteligente? Será que ele era um homem preguiçoso? Será que ele não se esforçava o suficiente?

Os fatos da história me levaram a crer que nenhum destes motivos explica a demora para que este homem recebesse também seu reconhecimento.

Depois de refletir um pouco mais eu cheguei a uma conclusão que me parece a mais lógica. Ele levou tanto tempo, porque ele não se dedicou exclusivamente às suas pesquisas.

Ele se dedicou também a uma outra profissão - o ensino. Ele não era exclusivamente físico. Ele era também professor. Ele não se contentou em ver o que ele poderia realizar na vida. Ele queria também ver o que outros, beneficiados pelo seu conhecimento, poderiam fazer.

Ele não guardou para si mesmo e para sua própria glória e honra os frutos dos seus trabalhos. Ele deu de si para outros, para que outros também pudessem ser beneficiados.

É mais ou menos assim com os bons professores. É assim também com os verdadeiros discípulos de Jesus. Você tem que dar de si. Você tem que se privar. Você tem que se negar. Você tem que ajudar os outros.

Mas, não poderia ser de outro jeito. Foi assim mesmo que o Mestre dos Mestres ensinou seus alunos.

“Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue.” (Lk 9:23)
“Se alguém quer ser o primeiro, será o último...” (Mk 9:35)
“Quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos.” (Mk 10:44)
“Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.” (João 13:15)
- Dennis Downing do site www.hermeneutica.com.


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ilustrações sobre o Evangelho

O Evangelho

ilustrações sobre o Evangelho

O mistério do Evangelho

O apóstolo Paulo, ao escrever para Timóteo sobre as características daqueles que seriam candidatos ao diaconato, afirmou que, entre outras coisas, eles deviam viver vidas "conservando o mistério da fé com a consciência limpa." (1 Tim 3:9)

O "mistério da fé" neste texto não se refere a simplesmente qualquer coisa sendo oculta. Este "mistério" é o Evangelho, antes escondido, mas, agora revelado em Cristo Jesus. Este mistério é o conteúdo da mensagem que Paulo pregou (1 Cor 2:1, 6-16). Os candidatos ao diaconato devem conhecer bem este Evangelho, viver de acordo com ele e, como todo Cristão, ter condições de compartilhar com outros (1 Pe 3:15).

A palavra grega "mysterion" (mistério) "é uma palavra significante na teologia de Paulo, ocorrendo vinte e uma vezes ao longo dos seus escritos. Ela se refere ao conhecimento que vai além da compreensão de pecadores, mas, que agora tem sido graciosamente revelado por meio do evangelho. A ênfase do conceito está no fato que esta informação agora pode ser conhecida, que explica sua associação em comum com palavras como apokalypsis, 'revelação' (Rom 16:25; Efé 3:3), apokalyptein, 'revelar' (1 Cor 2:10; Efé 3:5), gnorizo 'dar a conhecer' (Rom 16:26; Efé 1:9; 3:3, 5; Col 1:27), e phaneroo, 'manifestar' (Rom 16:26; Col 1:26) … Com a exceção de uma ocorrência do termo, o mysterion é o evangelho (1 Cor 14:2 se refere aos mistérios expressos por aquele falando em línguas). A equação de mistério com o evangelho é algo implícito (1 Cor 2:1; 2:7; 4:1) e às vezes explicito (Rom 16:25-26; Efé 6:19; Col 1:25-27). Às vezes mysterion se refere a um aspecto específico do plano de redenção de Deus como o endurecimento dos judeus (Rom 11:25), a inclusão dos gentios na igreja junto com os judeus (Efé 3:3, 4, 9; Col 1:26-27), a mudança a ser experimentada pelos crentes na parousia (1 Cor 15:51), a união de todas as coisas em Cristo (Efé 1:9), e o mistério da iniqüidade que será revelada na parousia (2 Tess 2:7-8). Este mistério que Paulo proclama é a revelação do plano de Deus, e no entanto, sem amor, este conhecimento de nada valerá (1 Cor 13:2)." - Mounce, W. D. Vol. 46: Word Biblical Commentary : Pastoral Epistles. (Comentário Bíblico da Editora Word: Epístolas Pastorais) Dallas: Word, Incorporated (2002). p. 200



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Ilustrações sobre Encarnação

Encarnação

As implicações da encarnação

... Pense nas implicações. Quando Deus decidiu revelar-se à humanidade, qual o meio que usou? Um livro? Não, isso foi secundário. Uma igreja? Não. Isso foi uma conseqüência. Um código moral? Não. Limitar a revelação de Deus a uma lista fria de "faça" e "não faça" é tão trágico como olhar para um mapa rodoviário e dizer que você viu as montanhas.

Quando Deus decidiu revelar-se, ele fez isso (surpresa das surpresas) através de um corpo humano. A língua que ressuscitou os mortos era humana. A mão que tocou o leproso tinha sujeira debaixo das unhas. Os pés sobre os quais a mulher chorou eram calosos e empoeirados. E suas lágrimas... oh, não se esqueça das lágrimas... elas vieram de um coração tão quebrantado como o seu ou o meu jamais o foram.

"Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas" (Heb 4:15)

As pessoas se aproximavam então dele. Puxa, como o procuravam! Elas surgiam à noite; tocavam nele quando caminhava pelas ruas; seguiam-no até o mar; convidavam-no para suas casas e colocavam seus filhos aos pés dele. Por quê? Porque ele se recusou a tornar-se uma estátua numa catedral ou um sacerdote num púlpito elevado. Ele escolheu em vez disso ser Jesus.

Não há sequer uma sugestão de alguém que temesse aproximar-se dele. Havia alguns que o ridicularizavam. Havia outros que o invejavam. Outros ainda que não o compreendiam. E outros que o reverenciavam. Mas não havia ninguém que o considerasse santo demais, divino demais, ou celestial demais para ser tocado. Não houve uma pessoa sequer que relutasse aproximar-se dele com medo de ser rejeitada.

Lembre-se disso.

Lembre-se disso da próxima vez que ficar surpreso com suas próprias falhas.

Ou da próxima vez em que acusações ácidas fizerem buracos em sua alma.

Ou da próxima vez em que olhar para uma catedral fria ou ouvir uma liturgia sem vida.

Lembre-se. É o homem que cria a distância. É Jesus quem constrói a ponte.

"Me chame apenas Jesus."
- Max Lucado, "Jesus Chegou Mais Perto" São Paulo: Editora Vida Cristã, 1987, pp. 50-51.


A ordem das coisas dadas por Deus

“Deus deu uma pessoa, depois uma proclamação, e depois um povo. Esta é a ordem histórica e teológica.

Deus deu primeiro uma pessoa, Jesus Cristo. Ele deu uma pessoa e não um credo como o objeto de fé e base da salvação. Deus o Pai do Senhor Jesus Cristo é sempre um Deus de presença pessoal e um Deus que espera uma resposta pessoal.
A proclamação é centralizada na pessoa. Ele é o conteúdo da mensagem pregada. A igreja primitiva proclamou “este Jesus” e declarou o que Deus tinha feito por meio dEle. ... . A proclamação chama uma resposta.

A palavra proclamada chama e junta um povo. O povo responde à proclamação da pessoa. A igreja é derivada da palavra do evangelho e do Cristo, que é a Palavra. Deus deu uma palavra antes que ele deu uma Igreja.” (- Everett Ferguson, "The Church of Christ: A Biblical Ecclesiology for Today", Grand Rapids: Wm. B. Eerdmans, 1996, xvii)

Antes que Deus deu aquela palavra ele deu uma pessoa - Cristo Jesus. O que está, e tem que estar, em primeiro lugar sempre não é o povo (a Igreja), e nem a proclamação (a Bíblia), e sim uma pessoa - Cristo Jesus, o Filho de Deus, nosso Senhor e Mestre.

O que nós temos para compartilhar não é uma instituição ou organização ou certa estrutura. O mais importante, aquilo do qual, por falta na sua vida, o mundo está morrendo não é uma doutrina. Não é um livro. É uma pessoa.

Nossa missão é de ajudar outras pessoas a chegarem perto de Jesus. Mas, antes de ajudar outro a chegar perto do Mestre, eu tenho que estar lá. O que tem que ter prioridade, o que é, nas palavras do próprio Jesus necessário é estar perto da pessoa de Jesus Cristo. Sentado aos pés dEle ou deitado na manjedoura. O que é preciso é estar perto dEle. É lá onde eu quero estar. (Lucas 10:38-42)


A Palavra virou uma pessoa

A Palavra não virou uma filosofia, uma teoria ou um conceito para ser discutido, debatido ou ponderado. “Mas, a Palavra virou uma Pessoa a ser seguido, desfrutado e amado”!
- de um cartão de Natal de DaySpring Cards


O homem na lua e Deus na terra
Dizem que um quinto da população do mundo assistiu a transmissão pela televisão do primeiro homem pisando na lua. Este era um feito incrível que ainda é difícil de acreditar. Algo mais impressionante ainda aconteceu quando Deus pisou na terra. Quando Jesus trousse o segredo de Deus a esta terra foi uma visitação divina. – autor desconhecido


Deus virando homem
Cristo não é o homem se tornando Deus, mas Deus encarnado, Deus entrando no corpo humano, entrando de fora para dentro. A vida dEle é o mais Alto e mais Santo entrando pela porta mais baixa. Deus virou o ser mais fraco na sua criação, um bebê, e em carne e sangue ele a alavancou de volta para onde devia estar. – autor desconhecido


O Pensamento encarnativo

O pensamento encarnativo é indicador da cristologia da preexistência ("despojou-se, assumindo a forma de escravo"; "a Palavra se fez carne"); e obras que refletem essa cristologia não mostram nenhuma preocupação ou interesse pela forma de concepção de Jesus. Para a cristologia da preexistência, a concepção de Jesus é o início de uma vida terrena, mas não a geração do Filho de Deus. Não é por acaso que João nunca fala da "geração" de Jesus, pois este simplesmente é ("Eu sou"). Enfatizo essa diferença entre a cristologia da concepção e a cristologia da preexistência porque a teologia cristã logo harmonizou as duas idéias, produzindo a declaração de que a Palavra de Deus preexistente se fez carne (João) no ventre da virgem Maria (Mateus e Lucas)." A concepção virginal já não era considerada a geração do Filho de Deus, mas a encarnação deste, e isso se tornou doutrina cristã ortodoxa. - Brown, Raymond E. "O Nascimento do Messias" São Paulo: Pia Sociedade Filhas de São Paulo, 2005, pp. 168-9.

fonte/http://www.hermeneutica.com/


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Ilustrações sobre Escola Dominical

Escola Dominical

Sua Vida É Jesus Para Elas

As professores e professoras da Escola Dominical da igreja podem refletir sobre as seguintes palavras. Seu impacto na vida das crianças que participam das suas aulas vai muito além do que você imagina.

Sua VIDA é Jesus para elas,
Por mais fraca e falha que possa ser.
Apesar de ser cheio de erros,
Você é tudo de Deus que algumas vão ver.

Sua LINGUA é Jesus para elas.
Aquela palavra amarga de dor
Falará a um coração sensível
Talvez tudo que ela ouvirá do Senhor.

Seus ALVOS são Jesus para elas.
O que você tiver em primeiro lugar
São para elas os alvos de um Cristão,
São esses que um dia elas vão procurar.

Sua FIDELIDADE - isto para elas é Jesus.
Se Ele é fiel em tudo ou não
Depende do dia após dia, da perseverança
Que vêem em você e em seu coração.

Seu AMOR é Jesus para elas,
Para aquela que está precisando saber
Se Jesus realmente irá atrás dela
Seja quão longe ela estiver.

Cuidado para que elas não blasfemem Deus
Elas vão descobrir o que você é.
E o único Jesus que algumas vão ver
É o Jesus que conhecem através de você.

- adaptado e traduzido de "Your Life is Jesus to Someone" de Lola Conley's Devotional.

O Professor E Os Meninos Da Escola Dominical

No começo deste século, num domingo de manhã um homem estava passando na rua e viu quatro meninos. Pelo jeito deles o homem tinha a impressão que logo eles acabariam em confusão. Então, ele os convidou para irem à igreja com ele. Mas, quando ele chegou na igreja, descobriu que não havia aula para adolescentes na sua igreja.

Então, ele começou uma aula para adolescentes. Durante quatro anos ele ensinou aqueles jovens tudo que ele sabia. Ele não era um professor excepcional, mas ele ensinou tudo que sabia. Toda semana ele se encontrou com aqueles jovens rapazes e eles chamaram seus amigos. No final daqueles quatro anos havia um bom grupo.

Com tempo os quatro seguiram seus próprios caminhos da vida e o homem também. Ele nunca mais ouviu falar dos quatro. Passou-se trinta e dois anos.

No dia de seu aniversário 32 anos depois ele recebeu quatro cartas. Um dos homens havia coordenado o contato e cada um havia escrito para ele para falar do que estava fazendo. Uma carta veio de um missionário na China. Outra carta veio do secretário de Comércio do governo federal dos Estados Unidos. A terceira carta era do assistente do então presidente dos EUA, Herbert Hoover. E a quarta carta era do próprio presidente dos EUA.

Será que no final daqueles quatro anos aquele professor tinha idéia do futuro de seus alunos? Você sabe do futuro de seus alunos? Qualquer trabalho feito no Reino tem possibilidades que ninguém pode medir. Você nunca sabe o quanto um de seus alunos está ligado em você, em cada palavra, cada ação, cada atitude. Cada momento com você é um momento especial para ele que ele talvez nunca esqueça.

É interessante saber que o apóstolo João podia décadas depois lembrar a hora em que ele conheceu Jesus. Foi mais ou menos às quatro horas da tarde (João 1:39). Tão marcante foi aquele encontro que ele nunca esqueceu.

- Adaptado e traduzido de uma ilustração de Max Lucado numa pregação de 29 de agosto, 1993.

fonte/site www.hermeneutica.com.br


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